Entre as folhagens
Mariana Allen. Sentamos no restaurante Gourmet e fomos desenhar a igreja. Tinha um monte de plantas na nossa frente e, assim que comecei o desenho, uma van parou bem na nossa frente. A professora foi lá pedir para eles chegarem para trás e os moços foram muito simpáticos, foi muito legal e surpreendente porque já encontramos algumas pessoas desagradáveis, em outros dias.
Por
causa dos “obstáculos”, metade do meu desenho veio da minha imaginação mesmo.
Mas não tem problema: nunca tive muita paciência para fazer desenhos realistas
e, além disso, é sempre legal mostrar ao mundo a maneira como eu
enxergo as coisas. Dá para perceber que minhas partes preferidas da
construção são os vitrais e os murinhos
de pedra!
Encontro
super agradável, com direito a suco de melancia - uma ótima pausa para respirar
no meio de um dia corrido.
Isadora Bellotti. Cheguei um pouco atrasada para o encontro. Não gosto de perder tempo de desenho. Cada vez mais acredito que em um dado momento, a linha ganha vida própria. Ainda fico impressionada com a nossa capacidade de imersão no momento.
Nada mais importa, só a caneta e o papel.
Nathalia Sá Cavalcante. O desenho é um tipo de meditação. Ao desenhar, apuramos nosso olhar sobre o mundo. Percebemos características, aspectos e tantas outras coisas que normalmente nos passariam despercebidas. O desenho possibilita encontros com outros que também buscam desvendar formas, cores e expressões sobre aquilo que nos rodeia. No Desenhando (n)a PUC, eu e meus alunos compartilhamos essa alegria, muitas vezes em silêncio, enquanto desenhamos juntos cada qual com a sua maneira, com o seu traço, com a sua singularidade. Momentos preciosos!




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