segunda-feira, 14 de setembro de 2015



Entre as folhagens



Mariana Allen. Sentamos no restaurante Gourmet e fomos desenhar a igreja. Tinha um monte de plantas na nossa frente e, assim que comecei o desenho, uma van parou bem na nossa frente. A professora foi lá pedir para eles chegarem para trás e os moços foram muito simpáticos,  foi muito legal e surpreendente porque já encontramos algumas pessoas desagradáveis, em outros dias.
     Por causa dos “obstáculos”, metade do meu desenho veio da minha imaginação mesmo. Mas não tem problema: nunca tive muita paciência para fazer desenhos realistas e, além disso, é sempre legal mostrar ao mundo a maneira como eu enxergo as coisas. Dá para perceber que minhas partes preferidas da construção são os vitrais e os murinhos 
de pedra! 
     Encontro super agradável, com direito a suco de melancia - uma ótima pausa para respirar no meio de um dia corrido. 





Isadora Bellotti. Cheguei um pouco atrasada para o encontro. Não gosto de perder tempo de desenho. Cada vez mais acredito que em um dado momento, a linha ganha vida própria. Ainda fico impressionada com a nossa capacidade de imersão no momento. 
Nada mais importa, só a caneta e o papel.  








Nathalia Sá Cavalcante. O desenho é um tipo de meditação. Ao desenhar, apuramos nosso olhar sobre o mundo. Percebemos características, aspectos e tantas outras coisas que normalmente nos passariam despercebidas. O desenho possibilita encontros com outros que também buscam desvendar formas, cores e expressões sobre aquilo que nos rodeia. No Desenhando (n)a PUC, eu e meus alunos compartilhamos essa alegria, muitas vezes em silêncio, enquanto desenhamos juntos cada qual com a sua maneira, com o seu traço, com a sua singularidade. Momentos preciosos!